Jogos Olímpicos e hipocrisia

Cleiton Galhardo
Sexto semestre noturno


Sabemos que nestes Jogos Olímpicos estiveram os maiores atletas do mundo. Só se classificaram os melhores e apenas eles puderam sentir a glória de uma vitória, e de ver todos do lugar mais alto do pódio.

Este é o lado bom dos Jogos, é o chamado espírito olímpico. Mas vamos falar sério agora. De todas as Olimpíadas já realizadas, esta foi, sem dúvida, a pior no que diz respeito à liberdade de imprensa e à hipocrisia de um governo.

Nestes Jogos em Pequim aconteceu um dos maiores absurdos já vistos. A começar com a pequena cantora que era gordinha e, por não ter traços de beleza, foi substituída por uma dublê. O governo chinês queria esconder o verdadeiro retrato do país. Também generalizou ao expulsar centenas de pessoas carentes da capital dos Jogos, algo intolerável.

O território chinês tem a economia ascendente, é o país que mais cresce no mundo. Pergunto aos senhores: de que adianta ser uma potência se o combustível para tamanho sucesso é a hipocrisia. Esses Jogos Olímpicos de Pequim perderam o brilho, o encanto e principalmente o espírito olímpico.
A Semana de Arte moderna e pensamentos de Plínio Salgado

Fabrícia Lopes
Quarto semestre


A Semana de Arte Moderna de 1922 pode ser considerada como marco do modernismo no Brasil. O evento aconteceu na capital paulista e reuniu intelectuais de distintas linhas ideológicas. Apesar das divergências, buscavam a mudança da velha mentalidade estética por outra, em valores e propósitos. Tal semana, na época em que ocorreu, não abalou estruturas e nem foi um movimento de massa. Sua repercussão só ganharia contornos nos anos sucessores.

Dentre os desdobramentos da Semana, surge o Movimento Cultural Verde-Amarelo e Grupo Anta, fundado em 1926. O movimento contou com a presença do jornalista e escritor Plínio Salgado, que teve ao seu lado nomes como Cassiano Ricardo, Menotti del Picchia e Cândido Mota Filho. Eram os fomentadores do Manifesto do Verde-Amarelismo, que tem como base o nacionalismo tupi.

Antes da participação na Semana de Arte Moderna, Plínio Salgado passou por um momento que mudaria o rumo de suas convicções filosóficas. Antes da morte de sua esposa, em 1919, o jornalista teve contato com doutrinas materialistas e revolucionárias de Sorel, Marx, Trotski e Feuerbach. Entretanto, com a perda da companheira, o escritor buscaria refugio no cristianismo, que passara a influenciar sua produção literária.

Em 1922, sua presença na Semana de Arte Moderna foi crucial para a formação intelectual e política de seu pensamento, sendo ela responsável pelo amadurecimento de suas convicções ideológicas nacionalistas. Foi por meio de sua atuação no movimento modernista que Plínio Salgado confirmou seu sentimento patriótico, travando debates com outra vertente modernista, composta por Mário de Andrade. Em sua produção literária, o jornalista ressalta a importância de valores para a constituição de uma identidade brasileira.

O estilo modernista adotado por Plínio Salgado em suas obras literárias acabou sendo visto com preconceito, devido a sua atuação política ter sido associada ao nazi-facismo. Esta acusação normalmente partia dos intelectuais de esquerda, que se opunham à sua visão dualista, visto que se embasavam no materialismo e no relativismo cultural para produção de suas obras.

Observando o obra do autor, é possível notar seu respeito ao ser humano, e o culto a virtudes que são necessárias para uma plena convivência com o próximo, mostrando que para ser intelectual e romper com velhos paradigmas não é necessário negar valores que são imutáveis, como Deus, a família, e a Pátria. De fato, Salgado é um exemplo para os intelectuais da pós-modernidade, que para serem aceitos assumem posicionamentos ateístas e agnósticos, que não respondem aos seus anseios interiores.
Um olhar para o Jornalismo

Beatriz Cavalaro e Leandro Cocato
Sexto semestre noturno


A melhor maneira de se conseguir um bom emprego e ser bem-sucedido na vida é, sem dúvida, escolher o tipo de trabalho que gostamos de fazer, mas em alguns casos não é bem o que acontece. A vida nos prega peças e temos que mudar o rumo do nosso pensamento, aprendendo a gostar de outras coisas e outras atividades.

Isso aconteceu com a universitária Juliana Martins, 20 anos. Ela diz que sempre teve o sonho de cursar Educação Física, mas, com problemas na visão, não pode realizá-lo. Hoje, estudando no sexto semestre de Jornalismo no Centro Universitário Toledo, Ju, como é chamada por todos de sua sala, sofre de uma doença chamada Ceratocone (uma espécie de inflamação que causa afinamento na córnea, fazendo com que a pessoa vá perdendo a visão progressivamente).

A doença foi diagnosticada quando Juliana tinha apenas 12 anos de idade, tendo somente 90% de visão do olho esquerdo e 70% do olho direito. Após sete anos com a doença já detectada, ela conseguiu fazer uma operação para tentar corrigir o problema. "Eu fiz a primeira cirurgia só no ano passado, no olho esquerdo", diz. No dia 31 de março de 2008, ela fez a segunda cirurgia, dessa vez no olho direito.

Os gastos com as cirurgias de Juliana Martins já ultrapassam R$ 23 mil, distribuídos com internações, médicos e consultas, sem contar as despesas com medicamentos para recuperação. Com 20 pontos na córnea, ela só começou a retirá-los após dois meses da cirurgia.

Apesar de todas essas cirurgias e recuperações, Ju ainda corre o risco de ter rejeição pelo seu organismo, tendo que tornar a fazê-la caso isso ocorra. Ela também conta que sua principal fonte de força é o apoio de seus pais. "Minha base são meus pais, eles sempre me dão forças. Pra mim, são tudo na vida", afirma.
Influência de um engano

Neila Storti e Thiago Bogo
Sexto semestre noturno


O estudante Sérgio Rogério Teixeira dos Santos, 20 anos, do 8º semestre de Jornalismo, tem uma história de vida interessante com relação ao fumo. Aos 4 anos de idade sofria de bronquite (doença pulmonar) e seus avós, por não serem instruídos, achavam que ele estava com alguma lombriga.

Compraram doces e alguns brinquedos para tentar solucionar aquele problema, porém nada resolveu. Foi aí que seu avô se lembrou que o neto o tinha visto fumando e achou que ele tivesse ficado com vontade de fumar. Então, enfiou um cigarro em sua boca para que o menino desse algumas tragadas. Mais uma vez de nada adiantou.

Após os 10 anos de idade, ele aprendeu a apagar o palito de fósforo na boca e inalar a fumaça para que pudesse soltá-la, obviamente, pela boca e se encantava com a fumaça. Cinco anos depois, ou seja, aos 15 anos, estava no auge de sua adolescência, gostava de rock e muito Pink Floyd, e ao sair com os amigos na noite, resolveram comprar um maço de cigarros para "zoarem" (assim como ele disse) pela noite. Os amigos acenderam os cigarros e ficaram impressionados ao verem Serginho fumando com certo entusiasmo, como se ele já soubesse fazer aquilo. "Como você faz isso, cara?", perguntaram-lhe os amigos. Ele até que se espantou, e se defendeu dizendo que já tinha tido um certo tipo de contato com o cigarro anteriormente.

Aos 16 anos de idade, mudou-se para Araçatuba e deu início ao Cefam, curso que formava professores para o ensino fundamental. Segundo ele, existiam professores e inspetores muito conservadores, principalmente com relação ao fumo. "Vocês, como futuros educadores, têm que dar o exemplo. Fumar aqui, nem pensar", dizia uma das inspetoras.

Serginho se constrangeu um pouco, porém não tinha sido o suficiente para que ele escondesse que gostava de fumar. Um dia, numa de suas aulas, pediu para sair da sala dizendo que não estava se sentindo bem. Ao sair da sala, sentou-se embaixo do prédio da sua sala e, fumando, fez com que o cheiro da fumaça chegasse até o andar superior. Os alunos logo perceberam o cheiro e foram procurar de onde vinha. Descobriram que ele era o fumante.

A professora mandou que ele fosse falar com a diretora. Ao entrar na sala dela, disse que a professora tinha pedido que ele fosse conversar com ela e inventou de suas histórias para se safar. E não é que dava certo!

Em outro dia desses, Serginho, ao ir ao banheiro, passou pela sala dos inspetores e sentiu um cheiro de cigarro vindo de lá de dentro. Ele abriu a porta, dando como desculpa o fato de estar procurando algo, e flagrou a inspetora que tanto zelava pela ordem de não fumar tragando um cigarro escondida em sua sala. "Ela ficou bege e pediu que eu não contasse o que eu tinha visto", afirma ele. Criou-se aí um certo tipo de suborno: Serginho, por gostar de fumar, disse à inspetora que passaria lá todos os dias para pegar um cigarro dela e que esse seria o preço do seu silêncio.

Um mês depois, o suborno acabou e a amizade continuou. Ao se formar, sua inspetora disse que ele foi um de seus alunos mais marcantes naquele estabelecimento. Serginho lembra também que se o livro negro do extinto Cefam ainda existe, há vários registros de ocorrências de que ele fumava no estabelecimento e que, após o flagra, nunca mais teve seu nome colocado por lá.

O universitário tem consciência de que fumar não é bom, e vem tentando parar com o vício. Ele diz que tem horários fixos para fumar e que consome um maço por dia. "Estou bastante otimista de que ainda conseguirei parar com isso. Eu ainda chego lá", garante ele, sorrindo.

Para quem quiser ler uma passagem sobre essa experiência, acesse o Blog do Serginho e leiam o post "Por que os franceses não tomam banho?".
Vivendo de pizza

Camila Viera, Juliana Oliveira, Marília Lopes e Natalí Garcelan
Sexto semestre noturno


Entre o acordar e o dormir, muitos rostos diferentes passam sem serem percebidos. São zeladores, porteiros, faxineiros e tantos outros. Um destes personagens é Carlos Martins Salazar, que no auge de seus 62 anos faz mais parte da vida dos universitários do UniToledo do que eles mesmos possam imaginar.

Salazar trabalhou 12 anos como repositor de óleo na empresa de transportes Reunidas Paulista, e há quase oito anos o "tiozinho", como é carinhosamente chamado pelos estudantes que passam pelo local, começou a trabalhar com a esposa, Maria José da Silva Martins, 52. Quem nunca parou para saborear as minipizzas da "Pizza da Hora"? É lá que o casal tira o sustento da casa.

Maria José comprou a Van, equipada com forno elétrico, com o acerto recebido pelo seu trabalho na Etti, empresa de produtos alimentícios, e com um empréstimo conseguido com seu pai, começaram a trabalhar, ainda sem local fixo.

A primeira experiência não foi nada positiva. Instalaram-se na frente do Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial), de Araçatuba e não tiveram retorno. Além disso, não era permitido estacionar no período da noite, o que os obrigou a mudar de local.

Preocupada, uma das filhas do casal, Mariângela, hoje com 35 anos, estudante de administração na então Faculdades Integradas Toledo, em 2001, sugeriu que os pais passassem a vender seu produto na frente da instituição. Foi permitida a instalação desde que não causasse problemas. Com um alvará concedido pela Prefeitura, eles passaram a trabalhar todas as noites, com exceção das férias. "Férias são férias!", diz. Quando questionado sobre como vive durante as férias escolares, Salazar explica que guarda dinheiro durante o ano para que possa se manter neste período.

Filho de Promissão, adotado por Araçatuba desde 1989, é um dos rostos vistos todos os dias, que atende a todos com um sorriso e grande carisma. Pais de três filhos, há quatro anos Salazar e sua esposa lutam pela aposentaria, enquanto isso, a "Pizza da Hora" é a sobrevivência e o pão de cada dia, e cardápio essencial na vida dos estudantes.
Embriagados pelo Google

Cláudio Henrique, Ivan Ambrosio, Kauê Ferraz e Ronaldo Ruiz
Sexto semestre noturno


Você parou para pensar o quanto é cliente involuntário do Google? Pare e tire as conclusões: quantos possuem acesso ao Orkut? Possuem conta no Gmail? São usuários da página de pesquisa da empresa? Vêem vídeos no Youtube? Ou ainda, são blogueiros por meio do Blogger? Se forem, já pensaram em ganhar dinheiro com o Adsense? E por fim, instalar o Google Analytcs para acompanhar a freqüência do respectivo blog?

Se a maioria das respostas foi positiva, isto quer dizer que você é um ótimo "cliente" desta empresa. Atualmente, é difícil conhecer alguém que não tenha utilizado o Google, e já se "embriagaram" desta "dose tecnológica".

No entanto, será que estes usuários sabem alguma referência do Google? Ou conseguem contatar a empresa em caso de insatisfação? São contradições de um mundo tecnológico, que em muitos casos são atalhos para o dinamismo mundial, mas não correspondem com um relacionamento transparente perante seus receptores.

O Google continua absorvendo cada vez mais empresas da internet. Qualquer nova "mania" que surge na web, a corporação compra ou cria algo similar para aderir à nova moda.

Tudo indica que o Google se tornará uma grande empresa monopolista e talvez tudo que usaremos na internet no futuro pertencerá a ela. Seremos seus grandes parceiros e clientes, sem sabermos quem são os seus donos, qual seu objetivo e como fazer reclamações. Ou seja, meros agentes passivos de seu império global.
Aluno de Jornalismo fica em 2º em concurso de poesia da AAL

O aluno Anderson Augusto Soares, do sexto semestre de Jornalismo, ficou em segundo lugar no 2º Concurso Estudantil de Poesia, promovido pela AAL (Academia Araçatubense de Letras), em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura e Diretoria de Ensino. O resultado do concurso foi anunciado na noite de sexta-feira, dia 8, em cerimônia no Teatro Municipal Paulo Alcides Jorge.

Anderson estava presente na cerimônia e foi convidado a declamar o poema. Ele ganhou um livro pela conquista.

Neste concurso, 150 estudantes de Araçatuba, Birigüi e Guararapes se inscreveram para concorrer com poesias de tema e formato livres, segundo informações dos organizadores. Os trabalhos foram julgados pelos acadêmicos Tito Damazo, que é professor e coordenador do curso de Letras do UniToledo, Hélio Consolaro, professor do Colégio Toledo, Cecília Vidigal Ferreira, ex-aluna do curso de Jornalismo do UniToledo, e Cidinha Baracat. Todos são escritores com propensão à poesia.

A poesia de Anderson tem o título "À maneira de Camões":

Minha alma gentil... Oh! flor de candura!
Senhora do meu puro sentimento!
Estrela para trevas, que fulgura...
Materialização do encantamento!

Vossa morte foi minha desventura!...
Mas não! Eu não me entrego a vão lamento!
Pois compreendo que há vida futura
E festa para nós no etéreo assento.

Rogo a Deus pra apressar minha partida...
Eu troco régio manto por mortalha!
Eu quero em vossos braços ter guarida!

Decerto que a razão não atrapalha,
Pois com tal morte ganho plena vida
E as glórias da pacífica batalha.
Pequena Notável, grande artista

Cláudio Henrique
Sexto semestre noturno


O Brasil é reconhecido mundialmente por sua alegria e criatividade peculiares, exportando ao planeta um cotidiano espontâneo e cheio de graça. E foi por uma mulher de baixa estatura, mas de muito samba no pé, que a arte tupiniquim passou a ganhar os aplausos estrangeiros.

Esta mulher cheia de si é a grande Carmen Miranda, percussora da exportação artística nacional. A "Pequena Notável", como era conhecida, exibia desde cedo seu dom para a arte, e encantou a todos com seu talento, carisma e vestuário colorido; fica na memória aquele chapéu em forma de fruteira e as alegorias harmônicas.

Filha de portugueses, ela veio para o Brasil ainda criança. E mesmo com o primeiro emprego em uma loja, a música e aquela jovem pareciam ter ser unidos para sempre, pois mesmo na função de vendedora a futura artista cantarolava para quem quisesse ouvir. E nesta ligação com as canções, Carmen se tornou uma das maiores artistas brasileiras da história.

No ritmo das marchinhas carnavalescas, Carmen Miranda ficou famosa pelo hit "Taí", de Joubert de Carvalho. Após este sucesso, o fenômeno "Pequena Notável" e o seu "Bando da Lua" ganharam também os Estados Unidos, levando o Brasil ao topo artístico em Hollywood, com filmes cheios de gingado.

A carreira da artista brasileira estava de vento e popa, sempre com um brilho que arrancava suspiros. No entanto, problemas no casamento e dependência de remédios, fumo e bebida, promoveram seu desgaste emocional e físico. Foi então que em 5 de agosto de 1955, o coração ativo de Carmen Miranda parava, colocando-a no topo maior da consagração, e deixando nos corações e mentes uma lembrança feliz de uma "Pequena Notável", que despertou no mundo grande admiração.

Assista vídeo em que Carmem Miranda canta "Aquarela do Brasil" e outras músicas em português e inglês no filme "Entre a Loira e a Morena" (The Gang's All Here), de 1943, um dos mais extravagantes filmes de Busby Berkeley, produzido pela Fox:

Sede de saber

Felipe Braga, Joyce Figueiredo, Rosângela Vilela e Tatiana Lima
Sexto semestre noturno


"Quanto mais aprendemos, mais percebemos que nada sabemos". Assim muitos dizem e o caso de Ísis Torres, 24 anos, estudante do sexto semestre de Pedagogia no Unitoledo não é diferente. Ela se formou em Letras em 2005, também pelo Unitoledo, e leciona desde 2002 (primeiro ano do curso), iniciando pelo ensino infantil. Atualmente, está trabalhando como professora em Birigüi e no município de Coroados, onde mora.

Após a conclusão do ensino médio, o curso de Letras foi prioridade para Ísis, pois sempre gostou muito de inglês. "Fiz este curso para me especializar na área que queria exercer e, assim trabalhando, faço o curso de Pedagogia para complementar meu conhecimento, a fim de alcançar minha meta, que é trabalhar na direção educacional", disse.

Sempre esforçada, nunca encontrou problemas em conciliar o trabalho, estudo e vida pessoal. E nunca pensou em desistir de nenhum dos cursos, pois sempre gostou muito de estudar e desde pequena sonhava em ser professora, por gostar de ensinar. "Quando se faz o que gosta, não há empecilhos", afirma.

Atualmente, Ísis Torres pretende lecionar no ensino superior e não está medindo esforços para atingir tal objetivo. Já fez duas disciplinas de mestrado como aluna especial pela Unesp de São José do Rio Preto. Afirma ainda que pretende colaborar para uma educação melhor em nosso país e, conseqüentemente, desenvolver o crescimento pessoal.
Resgatando as coisas boas da vida

Tamyris Barbosa Araújo
Sexto semestre diurno


No mundo em que vivemos hoje, percebemos que pequenas palavras passam despercebidas. Por favor, obrigada, te amo, desculpa, eu errei... entre outras. São pequenos detalhes, mas que fazem a diferença.

Quanto tempo as pessoas perdem se preocupando com questões que em nada acrescentam em suas vidas? Buscam a realização profissional, a conquista de bens materiais e lutam incessantemente por dinheiro, achando que assim alcançarão a felicidade; mas acabam se esquecendo que felicidade também está nas pequenas coisas, nos pequenos gestos e nos pequenos detalhes.

Ler um bom livro, assistir um filme, ouvir uma música preferida, passar algumas horas conversando com um amigo, seja pessoalmente, por telefone ou pelo MSN; parar um pouco para olhar as fotos de família, escutar uma história contada pelo seu avô, brincar com os irmãos ou primos pequenos, entre outras coisas.

Mas, infelizmente, o ser humano se acostuma com as coisas que o cercam, até mesmo elas sendo ruins. Acomodam-se com a vida como ela é, mesmo não sendo tão boa como deveria ser, mesmo não sendo tão felizes quanto poderiam ser. Para alguns já é normal ver as tragédias que acontecem no mundo, não ter mais tempo para a família. Já é normal deixar o tempo passar sem aproveitar e observar todos os detalhes, já é normal deixar de agradecer a Deus pela vida, pelas coisas que Ele fez e faz diariamente.

É preciso resgatar as coisas boas da vida: paz, amor, amizade, família, cultura, estar junto, vida, fé, religião, afeto, respeito, cidadania, solidariedade... São muitas 'palavrinhas mágicas' que mudam um momento, um dia, um mês, um ano, e quem sabe, uma vida!

Não podemos deixar que alguns sentimentos sejam esquecidos, deixados de lado. Vamos viver com intensidade, aproveitando as coisas boas da vida! Pense nisso e lembre-se que "se você não sabe dar valor aos pequenos detalhes, você não sabe o que é valor. Ou seja, detalhe."
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